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Cantor Léo Strada: “Cachê em Minas é 80% maior”
por Tico Oliveira
[Atualização :: 13/12] “Aos sete anos de idade aprendi a tocar violão e, na adolescência, comecei a tocar hinos evangélicos. Viajava muito, pois era motorista de ônibus. A minha empresa me transferiu para Belo Horizonte, quando fui convidado a tocar numa pizzaria, em Teófilo Otoni. Foi sucesso! O pessoal achou meu timbre de voz parecido com o da dupla Vítor e Léo. Isso já faz três anos. Minha companheira, Aline, me incentivou a continuar cantando em barzinhos. Resolvi sair da empresa, e seguir o caminho da música”.
Este depoimento é do cantor Léo Strada. Um rapaz conquistense de 29 anos, que voltou a Vitória da Conquista para gravar o seu segundo CD, entitulado “Léo Strada II”. Quando perguntado a respeito dos cachês, ele respondeu que prefere continuar em Minas Gerais, “pois lá no norte de Minas, onde estou, o pessoal valoriza o artista muito mais do aqui em Conquista. Não quero dizer que nossa cidade é ruim para tocar não. Eu estaria sendo ingrato falando isso. Mas, ao bem da verdade, eu não volto pra Conquista, para tocar de bar em bar simplesmente. Os donos de casas noturnas de Minas valorizam em cerca de 80% a mais, em se tratando de cachê. Conquista hoje é uma grande vitrine. Mas em termos de valorização financeira, fica aquém de outras cidades mineiras. Por isso não volto a morar aqui. Tenho um nome feito no norte de Minas.”, garante o cantor conquistense.
“Enquanto estou gravando o meu segundo CD, tenho tocado em vários barzinhos aqui e, não vou negar, é um momento para a minha carreira. O pessoal é muito quente e está gostando do ritmo dançante e apaixonante do CD Léo Strada II”, completa o cantor que, sem dúvida, é mais um grande talento musical que Vitória da Conquista exporta. |