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'Nome próprio' é o grande vencedor do Kikito em Gramado
Longa de Murilo Salles foi eleito o melhor filme. 'A festa da menina morta' ganhou prêmio especial do júri

[Atualização :: 18/08] "Nome próprio", de Murilo Salles, foi o grande vencedor do Kikito de melhor filme no 36º Festival de Cinema de Gramado. Leandra Leal, que atua no longa, ficou com o prêmio de melhor atriz. "Nome próprio" também ganhou o prêmio de melhor direção de arte na cerimônia, que aconteceu na noite deste sábado (16) na cidade gaúcha.

Domingos Oliveira foi premiado como melhor diretor, por "Juventude", que também saiu vencedor nas categorias roteiro e montagem. "A festa da menina morta", de Matheus Nachtergaele, recebeu o prêmio especial do júri. Daniel de Oliveira, que atua no filme de Nachtergaele, foi escolhido melhor ator. "A festa da menina morta" também recebeu os prêmios de fotografia e música - o longa já havia sito eleito o melhor do festival pelo júri popular e pela crítica.

Confira os vencedores:
Longa-metragem brasileiro:

Melhor filme de longa-metragem: 'Nome próprio', de Murilo Salles
Melhor diretor: Domingos Oliveira, pelo filme 'Juventude'
Melhor ator: Daniel de Oliveira, pelo filme 'A festa da menina morta' 
Melhor atriz: Leandra Leal, pelo filme 'Nome próprio'
Melhor roteiro: Domingos Oliveira, pelo filme 'Juventude'
Melhor fotografia: Lula Carvalho, pelo filme 'A festa da menina morta'
Prêmio especial do júri: 'A festa da menina morta', de Matheus Nachtergaele
Prêmio de qualidade artística: para os Atores Aderbal Freire Filho,
Domingos Oliveira e Paulo José, pelo filme 'Juventude'
Melhor diretor de arte: Pedro Paulo de Souza, pelo filme 'Nome próprio'
Melhor música: Matheus Nachtergale, pelo filme 'A festa da menina morta'
Melhor montagem: Natara Ney, pelo filme 'Juventude'
Prêmio da crítica: 'A festa da menina morta', de Matheus Nachtergale
Melhor filme do júri popular: 'A festa da menina morta', de Matheus Nachtergale



Longa-metragem estrangeiro:


Melhor filme: 'Cochochi', de Israel Cardenas e Laura Guzman
Melhor diretor: Carlos Moreno, pelo filme 'Perro come perro'

Melhor ator: Marlon Moreno e Oscar Borda pelo filme 'Perro come perro'
Melhor atriz: Ana Carabajal pelo filme 'Por sus propios ojos'
Melhor roteiro: Liliana Paolinelli pelo filme 'Por sus propios ojos'
Melhor fotografia: Juan Carlos Gil pelo filme 'Perro come perro'
Prêmio especial do júri: para 'Por sus propios ojos'
Prêmio de qualidade artística: para 'Cochochi'
Excelência de linguagem técnica: 'Cochochi', de Israel Cardenas e Laura Guzman
Prêmio da crítica: 'Perro come perro', de Carlos Moreno
Melhor filme do júri popular: 'Por sus propios ojos', de Liliana Paolinelli

Curta-metragem:

Melhor filme: 'Areia', de Caetano Gotardo
Melhor diretor: Jaime Lerner, pelo filme 'Subsolo'
Melhor ator: Augusto Madeira, pelos filmes 'Blackout' e 'Noite de domingo'
Melhor atriz: Malu Galli, pelo filme 'Areia'
Melhor roteiro: César Cabral e Leandro Maciel, por 'Dossiê Rê Bordosa'
Melhor fotografia: Heloisa Passos, por 'Areia'
Prêmio especial do júri: 'Booker Pittman', de Rodrigo Grota
Melhor diretor de arte: José de Aguiar, pelo filme 'Booker Pittman'
Melhor música: Booker Pittman, pelo filme 'Booker Pittman'
Melhor montagem: César Cabral e Leandro Maciel, pelo filme 'Dossiê Rê Bordosa'
Prêmio da crítica: 'Booker Pittman', de Rodrigo Grota

Mostra gaúcha:

Melhor filme: 'Um dia como hoje', de Eduardo Wannmacher
Melhor direção: Diego Muller, por 'Cortejo negro'
Melhor roteiro: Eduardo Wannmacher, por 'Um dia como hoje'
Melhor fotografia: Fernando Vanelli, por 'Cortejo negro'
Melhor direção de arte: Rita Faustini, por 'Os sete trouxas'
Melhor música: Fausto Prado, por 'Subsolo'
Melhor montagem: Fábio Lobanowsky, por 'Um dia como hoje'
Melhor edição de som: Cristiano Scherer, por 'Rosário dos navegantes'
Melhor produtor/ produtor executivo: Pablo Muller, por 'Cortejo negro'
Melhor ator: Júlio Andrade, por 'Um dia como hoje'
Melhor atriz: Carolina Sudat, por 'Um dia como hoje'


O Rappa volta a ‘pôr o dedo na ferida’ em seu novo CD ‘7 vezes’
Músicos negam ser 'banda de protesto' e dizem que novo álbum prioriza sonoridades. Disco é o primeiro de inéditas desde "O silêncio que precede o esporro", de 2003

[Atualização :: 16/08] O Rappa agora anda dizendo por aí que nunca foi uma banda de protesto. A música que dá nome ao novo álbum d'O Rappa, “7 vezes”, é uma canção de amor – fato inédito em sua discografia. A faixa que abre o novo disco d’O Rappa é bem diferente de hits furiosos como “Minha alma (a paz que eu não quero)” ou “Miséria S.A.”, e começa com o verso-lamento “o meu santo tá cansado”.

Antes que os fãs pensem que as informações acima se referem a uma mudança radical no discurso da banda, segue o aviso: O Rappa continua o mesmo. E, segundo definição do vocalista Marcelo Falcão, “7 vezes” é “O Rappa sendo O Rappa de novo, cara!”.

“A gente nunca foi uma banda de protesto, nunca foi de dizer o que é certo e o que é errado. A gente tem nossa verdade e não priorizamos o discurso em detrimento da música”, explicou o guitarrista Xandão em entrevista coletiva realizada na quarta-feira (13), para anunciar o lançamento do sétimo álbum do quarteto do Rio.

“Essa coisa de protesto dá impressão de que somos uma banda sisuda. E a gente não é assim. Temos esse humor inerente do carioca, de rir de nós mesmos, de zoar um com o outro”, reforça Falcão.

Cinco anos depois de “O silêncio que precede o esporro”, último álbum de inéditas, a maior preocupação da banda parece ter deixado de ser o “esporro” em si. O Rappa quer mostrar um som mais sofisticado, cheio de referências e experimentalismos.

“A sonorização desse disco é ímpar. Todas as faixas foram gravadas do começo ao fim, na mesma levada”, conta o baixista Lauro Farias. “Usamos instrumentos indianos, pianos, e um monte de barulhos de objetos que deram uns efeitos ‘maneiros’, tipo enxada, correntes, bacias, garrafas... O Hermeto Pascoal já fazia isso, mas é difícil ver essas experimentações darem um bom resultado na música pop. Fica tudo meio diluído”.

Melhor de 100

Segundo Falcão, nestes cinco anos sem apresentar novidades, a banda não estava de folga em “um cruzeiro no Havaí ou em alguma praia de Fortaleza”. “Não que a gente não merecesse”, atesta o vocalista. “Mas a gente estava na estrada, fazendo show e compondo músicas novas”.

O quarteto conta que mais de cem canções foram compostas e apenas 14 as selecionadas para “7 vezes”. Para reduzir tanto o repertório, os músicos separaram as canções nas categorias “forno” (aquelas com potencial de entrarem no disco), geladeira (as que poderiam esperar mais um pouco) e as esquisitas (precisa explicar?).

“7 vezes” foi uma das primeiras aprovadas. “É uma música que fala de amor, o que é uma coisa inédita pra gente”, explica o baterista Marcelo Lobato.

Outra que logo ganhou sinal verde foi “Súplica cearense”, de Luiz Gonzaga – atual obsessão musical de Falcão. “Eu ouvi quase toda a discografia dele do ano passado para cá. A letra desta canção me tocou muito. Fala sobre um cara que achava que as coisas não davam certo porque ele não sabia rezar direito”, explica. “Quis mostrar da maneira d’O Rappa uma música que talvez só depois a galera vai saber que é do Gonzagão”.

A banda prefere não rotular em que praia musical se encaixa “7 vezes”. “Para você ver como a gente nunca levanta bandeiras, nem a musical! Até hoje deixamos as pessoas decidirem que tipo de som a gente faz. É rock, é rap, é reggae, é dub? Não sei, mas está tudo ali”, diz Falcão.

Enfim, o protesto

O grupo fala com entusiasmo sobre as experiências musicais que nortearam o processo criativo de “7 vezes”. No entanto, como se trata de “O Rappa sendo O Rappa”, o discurso social logo não tarda a aparecer.

Em ano de eleição, Falcão diz que a faixa que abre o disco, “Meu santo tá cansado”, fala justamente sobre a mesmice da cena política nacional. “Se o brasileiro tivesse educação, não ia aceitar o ‘Fome Zero’. Ele ia achar que estavam tirando uma onda com a cara dele”.

De políticas assistencialistas, aliás, o vocalista não quer nem ouvir falar. “Cota pra negro? Geral precisa de estudo!”, reverbera.

“O Lula ainda faz aquele discurso como se estivesse em São Bernardo”, compara o músico. “Agora está todo vestido de Ricardo Almeida, de Armani, mas a cara dele para ganhar voto da galera é de ‘me identifico com vocês, sou sofrido igual vocês’. É muito feio! Um cara desse para mim é igual ao Hitler. Os propósitos dele são os da turma dele, o do filho dele”.

Depois de disparar suas opiniões inflamadas, Falcão insiste na tese de que O Rappa não é uma banda de protesto. Politizada, então?

“Somos os homens que põem o dedo na ferida. Porque têm muita coisa na gente que dói”.

É O Rappa sendo O Rappa.


Olimpíadas servem de tema ao novo "Astérix"
do Reuters

[Atualização :: 08/08] "Astérix nos Jogos Olímpicos" aproveita o marketing das Olimpíadas da China e estréia nacionalmente na sexta-feira, no dia do início do megaevento esportivo. Mas justiça seja feita: os criadores dos quadrinhos de Astérix e Obélix, René Goscinny e Albert Uderzo, já tinham pensando no tema desta história há nada menos de 40 anos.

Foi em 1968 que os quadrinhistas franceses escreveram uma história para seus heróis gauleses nos Jogos Olímpicos. A graça do novo filme, dirigido por Frédéric Forestier e Thomas Langmann e que circula em cópias dubladas e legendadas, está nas atualizações. Outro atrativo está nas participações de celebridades, como o piloto alemão Michael Schumacher e o jogador francês Zinédine Zidane.

Os Jogos Olímpicos entram na vida da Gália, colônia romana no ano 50 A.C, por causa do amor. Um dos gauleses, Apaixonadix (Stéphane Rousseau, de "As Invasões Bárbaras"), apaixonou-se pela princesa grega Irina (Vanessa Hessler). Sem conhecê-lo pessoalmente, ela também está caída por ele por causa dos belos poemas enviados nas cartas do rapaz.

Mal sabe a moça que o verdadeiro autor dos versos é o gorducho Obélix (Gérard Depardieu), repetindo uma situação que acontecia em "Cyrano de Bergerac" (1990), um dos famosos filmes do ator, em que ele compunha poemas para que outro (Vincent Perez) conquistasse uma moça.

Apaixonadix tem um rival sério pelo coração da princesa -- ninguém menos do que Brutus (Benoît Poelvoorde), o filho adotivo do imperador Júlio César (o veterano Alain Delon). Como a princesa não pode simplesmente dispensar o poderoso Brutus, resolve que só vai dar sua mão ao vencedor dos Jogos Olímpicos.

Seguros de seus talentos esportivos e também dos efeitos da poção mágica de seu velho druida, Obélix, Astérix (agora interpretado por Clovis Cornillac) e o resto da delegação gálica encaram o desafio.

Daí para a frente, seu maior inimigo será mesmo Brutus. Que, para começar, convence o comitê olímpico a banir quaisquer poções mágicas nos Jogos, senão, constituiria doping.

O exame antidoping por meio de insetos é uma das boas sacadas do roteiro. Assim como será também a introdução de uma "parada nos boxes" durante a corrida de bigas -- na qual um dos participantes é Michael Schumacher em pessoa, representando a Germânia.

Um pouco adiante, um jovem egípcio vai inventar o futebol e ele é ninguém menos do que o craque francês Zinédine Zidane. Só que Zidane está quase irreconhecível, vestido a caráter como egípcio, com direito a peruca e pintura kajal nos olhos.

Nestes detalhes modernos e nos efeitos especiais estão os melhores achados deste que foi alegadamente o mais caro filme francês feito até hoje, com orçamento de 78 milhões de euros.

O destaque do elenco é o veterano Alain Delon. O imperador do cinema francês ironiza a própria figura e faz piadinhas com seu passado cinematográfico. Como quando diz: "Eu não preciso de ninguém, nem de Rocco e seus irmãos...", referindo-se ao título do famoso filme de 1960, em que atuou sob a direção do italiano Luchino Visconti.

Uma atração à parte é a esperteza do imperador para escapar das inúmeras armadilhas com que o filho ambicioso procura matá-lo para tomar seu lugar. Este Brutus, ao contrário do personagem histórico, não tem como levar a melhor com um Júlio César muito malandro
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Ivete Sangalo vai lançar CD para crianças
do A Tarde

[Atualização :: 31/07] Ainda comemorando o sucesso do projeto Ao Vivo no Maracanã, lançado em março do ano passado e que rendeu o título absoluto de campeã em vendas de DVDs, Ivete Sangalo aposta em nova iniciativa, antes mesmo de pensar no próximo CD de carreira. A baiana quer, agora, chegar mais perto do universo infantil. Ao lado de Saulo, vocalista da banda Eva, Ivete prepara um álbum inédito com músicas exclusivas para os pequenos, que deve chegar às lojas ainda em outubro, em tempo para o Dia das Crianças.

“A idéia surgiu lá em casa. Saulo é um cara extremamente família, como eu. Ele já tem um filhinho. Eu ainda não tenho, mas vou ter. E as minhas sobrinhas são grandes fontes de inspiração para qualquer situação da vida. Contando casos, começamos a fazer música brincando. Ele pegou o violão, tocou, tentamos colocar letra e fazer a melodia. Aí ficou lindo. Pensei: vamos fazer um disco infantil?”, revelou Ivete em entrevista exclusiva por telefone.

O novo trabalho, ainda sem título definido, trará composições dos próprios artistas, que se revezam com outros compositores. “É um disco de parceria e sem nenhuma pretensão, um trabalho fruto da nossa emoção. É um disco infantil nos moldes do que a gente escutou: A Arca de Nóe, O Grande Circo Místico, PlunctPlactZum, e até mesmo algumas coisas de Arnaldo Antunes e Adriana Partinpim”, revela.

Além dos nomes citados, não faltará a presença da amiga e apresentadora Xuxa no projeto. “É uma figura que eu quero muito bem e que tem muito amor pela criança. Faz os projetos dela de forma muito cuidadosa. Xuxa deve fazer algumas participações”, adianta. Ivete também foi presença garantida no DVD Xuxa Festa, lançado recentemente pela amiga. Através de um telão, ela interage com Xuxa na canção Festa.

O álbum está em estúdio, em fase de pré-produção, liderada pessoalmente por Saulo, já que a agenda de Ivete, com mais de 10 shows por mês, dificulta a presença da cantora na capital baiana. A preparação para gravar um DVD em Nova Iorque, em novembro, também começa a roubar tempo da artista. Na Bahia, Ivete tem apresentação agendada para o dia 12 de setembro, no Sauípe Folia.

“Como Saulo lançou o DVD há algum tempo, ele está um pouco mais folgado, ainda que tenha agenda cheia. Eu também estou com outros projetos, tudo está uma loucura. Conversei com ele e vou colocar a voz depois. Vai ficar lindo porque as músicas são lindas. É um projeto nosso, que não está preso à gravadora. O importante é que ele chegue aos ouvidos das crianças”, afirma.

SUCESSO – Nas lojas desde março do ano passado, o projeto Ivete Sangalo – Ao Vivo no Maracanã credenciou a cantora baiana como uma das maiores vendedoras de discos do País e continua rendendo frutos para a artista. O último relatório da Associação Brasileira dos Produtores de Discos (ABPD), referente aos números de 2007, coloca Ivete como líder absoluta em vendas de DVD, com mais de 500 mil unidades.

“Eu abro as revistas com esse negócio de números de vendas e o DVD não sai do topo. Estou muito feliz, sou uma pessoa de muita sorte. Quem tiver os fãs que eu tenho está feito. Eles fazem uma movimentação muito grande”, diz. No último Prêmio Multishow de Música Brasileira, entregue no início do mês fruto de uma votação popular, Ivete se consagrou como a grande campeã, levando três prêmios para casa, incluindo Melhor Cantora e Melhor DVD.

A forma para administrar o sucesso e chegar mais perto do público parece já bem assimilada pela baiana, inclusive a maneira de se aproximar do mercado internacional. Ivete esteve recentemente, com sucesso, nas edições do Rock in Rio Madri e Rock in Rio Lisboa. “O objetivo é fazer com que as pessoas gostem daquilo que nós gostamos. Hoje, o meu gosto se confunde com o gosto do público. Eu já tenho a tendência a gravar coisas que eu gosto e que o público vai gostar. A gente coloca no trabalho tanta energia, força e dedicação que quando o público entende e transforma isso em carinho e prestígio, isso para mim é o objetivo”, afirma a cantora.

O contato com o show business e com o mundo das celebridades, segundo a artista, deve ser visto com cautela e sem um distanciamento do foco da música. “Eu não sou artista na minha essência, na minha personalidade. Os valores da vida são muito evidentes pra mim. Apesar de ter muito sucesso, tenho consciência de tudo. Sou uma pessoa que tem uma série de coisas, até mesmo restrições, que são diferentes das outras pessoas. Mas a minha memória de minha vida normal, comum, é muito maior do que a minha vida de artista. Eu saboreio o meu sucesso como você saboreia. Todo baiano deve ter orgulho de ver aquela artista baiana fazendo sucesso. Eu fico ainda mais feliz porque é comigo (risos)", afirma.


Equipe da série Ó Paí Ó grava no Pelourinho
do A Tarde

[Atualização :: 29/07] A equipe que trabalha nas gravações da série Ó Paí Ó, adaptação do filme de Monique Gardenberg, passou a manhã desta terça-feira, 29, no Centro Histórico de Salvador para filmar as cenas que serão exibidas na televisão. Por conta dos trabalhos realizados pela produção, algumas ruas tiveram que ser interditadas por alguns momentos. Os pedestres, no entanto, não foram impedidos de circular pelo local.

Nesta manhã, o baiano Lázaro Ramos, que participou do filme, e ator Mateus Nachtergaele gravaram algumas cenas ao lado de integrantes do Bando de Teatro Olodum. No total, cerca de 80 pessoas trabalharam nas filmagens. As gravações, que foram iniciadas no dia 20 de junho, devem terminar no dia 05 de agosto.


Novo filme do Batman supera versão anterior nas bilheterias
A estimativa conservadora da Warner é que o filme supere os US$ 400 milhões (R$ 630 milhões) com as vendas no exterior. Desde "Piratas do Caribe", em 2006, nenhum filme supera essa marca

[Atualização :: 24/07] Bastaram seis dias em cartaz na América do Norte para que "Batman: O Cavaleiro das Trevas" superasse a bilheteria de toda carreira do filme anterior da série, "Batman Begins", informou a distribuidora Warner Bros. na quarta-feira (23). O estúdio esperava que o filme arrecadasse cerca de US$ 17 milhões (R$ 26,8 milhões) na quarta-feira, elevando o total nos EUA e Canadá a US$ 221 milhões (R$ 348 milhões) --sendo US$ 158,4 milhões (R$ 250 milhões) nos primeiros três dias, um recorde para um fim de semana de estréia.

ENa terça-feira, "O Cavaleiro das Trevas" bateu outro recorde, ao arrecadar US$ 200 milhões (R$ 315 milhões) nos seus primeiros cinco dias --superando os oito dias de "Piratas do Caribe". Segundo a Box Office Mojo, "Batman Begins" encerrou sua carreira nos cinemas, após quatro meses, com arrecadação total de US$ 205,3 milhões (R$ 323,3 milhões). Ambos os filmes foram dirigidos pelo inglês Christopher Nolan, com o ator Christian Bale no papel do homem-morcego. Mas a nova versão tem como atração adicional o vilão Coringa, interpretado por Heath Ledger, que morreu de overdose em janeiro, logo depois das filmagens.

"O Cavaleiro das Trevas" entrará para a lista dos dez lançamentos mais bem-sucedidos da história quando ultrapassar os US$ 373,6 milhões (R$ 588,4) arrecadados na América do Norte, a cifra obtida por "Homem-Aranha 2". A estimativa conservadora da Warner é que o filme supere os US$ 400 milhões (R$ 630 milhões) com as vendas no exterior. Desde "Piratas do Caribe", em 2006, nenhum filme supera essa marca. Mesmo antevendo a boa recepção de "O Cavaleiro das Trevas" junto à crítica e o interesse gerado pela participação de Ledger, a Warner se precaveu, comprando praticamente o dobro de inserções publicitárias para esse lançamento do que para "Batman Begins", segundo a empresa de mediação de audiência Nielsen, com base em dados coletados até 12 dias antes da estréia de ambos os filmes.

Caso Christian Bale - Na terça-feira (22), Christian Bale, o protagonista de "O Cavaleiro das Trevas", foi detido em Londres acusado de agredir sua mãe e sua irmã no último domingo, em um quarto de hotel. O ator acabou sendo liberado sob fiança após quatro horas preso. Ele negou as acusações. Ontem, o jornal "Daily Mail" informou que Bale confrontou sua mãe depois que ela insultou sua mulher no dia da briga. Segundo uma fonte ligada ao ator, ele "perdeu a cabeça" no hotel Dorchester, em Londres, depois que Jenny Bale, sua mãe, fez uma série de "declarações ultrajantes" sobre Sandra "Sibi" Blazic, sua mulher.


Frank Sinatra Jr. canta no TCA para convidados em Salvador
O cantor e maestro de 64 anos apresentará não somente o mesmo repertório de Frank Sinatra, mas mostrará ao público baiano o talento com o qual foi agraciado

[Atualização :: 23/07] No próximo dia 29, quando subir ao palco do Teatro Castro Alves, o cantor Frank Sinatra Júnior colocará à prova, mais uma vez, a responsabilidade de ser filho e intérprete de um dos nomes mais poderosos da música no mundo. Já deu para perceber de quem estamos falando, não é? O cantor e maestro de 64 anos apresentará não somente o mesmo repertório de Frank Sinatra, mas mostrará ao público baiano o talento com o qual foi agraciado. Ele possui um timbre de voz muito próximo ao do pai, o que facilita bastante manter as canções em seus tons e arranjos originais. O show que ele traz a Salvador faz parte da turnê brasileira, que envolve outras seis capitais. Mas não é a primeira vez que o artista estará no Brasil.

Ele já visitou o pais quatro meses, mas é a primeira que fará show. O incoveniente é que a apresentação será apenas para convidados. Isso mesmo. Não basta ter dinheiro, tem que estar na lista VIP. A turnê brasileira, batizada de Sinatra by Sinatra, será aberta oficialmente no próximo dia 27, no Teatro Amazonas, em Manaus. Em seguida, o show chega a Salvador. Da capital baiana, segue para Brasília (31.07), Curitiba (02/08), São Paulo (04/08), Rio de Janeiro (07.08) e Belo Horizonte (09.08). O refinamento musical de Sinatra Júnior se deu graças ao acompanhamento do pai e da aproximação com o mundo musical, já que desde criança, presenciou gravações, shows, conviveu com músicos, maestros, arranjadores e, acima de tudo, via e ouvia seu pai cantando.

Clássicos - No repertório, estão clássicos como I´ve got you under my skin, Night and Day, My Way, New York New York e Strangers in the Night. Todos tocados em partituras originais com arranjos que foram usados por Frank Sinatra e assinados por nomes como Don Costa, Nelson Riddle, Billy May, Eumir Deodato e Bill Rogers. A apresentação tem, ainda, um momento de homenagem ao maestro Tom Jobim, com quem Sinatra gravou e de quem era amigo e admirador. Algumas curiosidades cercam a vinda de Sinatra Júnior ao Brasil: ele está com 64 anos, ou seja, a mesma idade que o pai tinha quando se apresentou no país em 1980 para 140.000 pessoas, no Maracanã.

Além disso, Sinatra Júnior decidiu trazer sua turnê ao Brasil no mesmo ano em que se comemoram os 50 anos da Bossa Nova e uma década da morte do dele. Os shows de Frank Sinatra Júnior em solo brasileiro levam contam a produção de Rafael Reisman, o mesmo que trouxe grandes nomes internacionais como Lenny Kravitz, Alanis Morisette, Simply Red, The Pretenders e Live. A orquestra que acompanhará Sinatra Júnior é formada por 15 músicos, alguns deles tocaram por anos com Frank Sinatra. Em cadacidade na qual se apresenta, porém, o artista faz questão de trabalhar com orquestras e músicos locais, formando, assim, um conjunto com 38 músicos.


Julio Caldas: Um encontro musical regado a chorinho em Salvador
A idéia da união musical partiu de uma experiência de popularizar a guitarra baiana

[Atualização :: 22/07] Chorando com Alegria é o show que o trio Julio Caldas, Durval Caldas e Claudio Diólu apresentarão na próxima sexta-feira, dia 25, a partir das 20h30, no Osteria Dell´Agazzi. O repertório apresenta o melhor do chorinho, com harmonias bem definidas e solos virtuosos.

A idéia dessa união musical partiu de uma experiência de popularizar a guitarra baiana. Eles iam tocando um pouco de cada coisa, misturando frevos, choro, polca, valsa, samba e baião. Este show reúne cavaco, viola caipira de Julio Caldas, violão de Durval Caldas e contrabaixo de Claudio Diólu
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Serviço: 

Show Julio Caldas, Durval Caldas e Claudio Diólu
Sexta-feira, dia 25, às 20h30
Local: Restaurante Osteria Dell´Agazzi - Rua Antônio Passos, 30, Federação (3245-9069)
Couvert opcional: R$7

Entrevista com Julio Caldas para o Núcleo de Noticias

No seu trajeto de divulgação do CD “Pitecantropus Erectus” em Conquista, o músico Julio Caldas cruzou com a nossa redação nesse final de semana e nos contou um pouco sobre o presente trabalho de carreira solo, a ligação com a banda conquistense “Café com Blues” e sua opinião sobre o atual cenário da música alternativa na Bahia. Confira o nosso bate-papo!

Nascido em Ipiaú e autodidata no violão desde os 11 anos, Julio Caldas é hoje um multi-instrumentista, dominando oito instrumentos bastante singulares. A exemplo disso, a guitarra baiana, cavaquinho, charango, baixo, dentre outros. Já tocou ao lado de nomes como Jair Rodrigues, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Maria Bethânia. O seu mais recente cd, “Pitecantropus Erectus”, é uma ebulição de ritmos, classificado pelo músico como “música contemporânea progressiva” , ou seja, uma mistura do rock, com o jazz e a música clássica. Embora tenha iniciado sua carreira com o tio Luiz Caldas em 1996, Julio traz uma roupagem completamente diferenciada do axé no seu trabalho, fazendo experimentos sonoros e efeitos inovadores na música.

Núcleo de Notícias - Você lançou seu disco recentemente em Salvador. Como foi a estréia e a aceitação do público?

Julio Caldas - Foi algo surreal. O teatro lotou, e foi tanta gente, que algumas pessoas voltaram para casa porque não conseguiram entrar, o público foi inacreditável. O lançamento foi maravilhoso e a aceitação muito boa, até mesmo por conta da maioria do público ser de amigos, um pessoal bem próximo… Foi uma noite bem bonita, com certeza um momento emocionante.

NN- Geralmente, quando um artista lança seu cd, ainda mais sendo de carreira solo, isso já remete a um longo percurso de trabalhos. Como você resume essa trajetória?

JC - Foi um caminho bem trabalhoso. O fato de conseguir poder estar lançando esse disco em que foi bem produzido e gravado, onde o produto final ficou bacana, é uma grande vitória.

NN - O que motivou essa mescla de estilos e instrumentos, como o rock, viola caipira e música clássica, no disco? Houve alguma influência?

JC - Veio mesmo da coisa de tocar os instrumentos e ter a necessidade de usá-los. Sei tocar bandolim, tocar choro, viola caipira… Então, busquei uni-los numa única proposta, trazendo para dentro do estilo do disco que é meio pop, meio anos 70, meio rock, meio progressivo, meio brasileira. Influências são muitas: Beatles, Luiz Gonzaga, Led Zeppelin, Pink Floyd, Tom Jobim, Jacob do Bandolim, Valdir Azevedo, Zé Côco do Riachão, Mestre Ambrósio, Nação Zumbi, O Terço, Mutantes, A Casa das Máquinas…

NN - Qual o ponto forte do cd?

JC - O cd é muito diverso, até pelo fato de reunir composições desde quando comecei a compor. A força maior do disco está na questão dos arranjos mesmo, da instrumentação.

NN - Até que ponto você absorveu a interferência do axé, e ao mesmo tempo rompeu por completo com esse modelo baiano de cantar e tocar?

JC - Olha, eu não tenho essa referência do axé nos meus trabalhos, literalmente não tenho. O que eu trago do axé, é de Luiz, sobretudo, devido a uma grande fase que passei com ele tocando. É apenas a influência da experiência de música que aprendi com ele, o estudo em si.

NN - Como você lida com o fato de ser sobrinho, e muitas vezes as pessoas associarem seu nome com o de seu tio, Luiz Caldas? Isso incomoda?

JC - Incomoda. Eu lido da melhor forma possível, até mesmo para não acharem que existe algum tipo de ressentimento ou inimizade. Luiz é um dos tios que eu mais gosto, alguém muito querido e que sou muito ligado.

NN - Você já lançou o cd “Tipo Exportação” com o Café com Blues, banda de Conquista que também integra. A partir de quando vocês começaram a trabalhar juntos e como foi esse trabalho?

JC - Começamos a trabalhar juntos com o MP Blues. Na época, fizemos uma série de shows, mas depois a banda rompeu. Saimos e montamos o Café com Blues, buscando um disco que tivesse o conceito do blues da catingueira. Daí, o resto saiu com certa facilidade, as composições etc. Trabalhamos há uns cinco ou seis anos juntos, e isso foi muito positivo para mim porque me apresentou um novo ciclo de amizades aqui em Conquista. Muito bom cruzar o caminho com Diro, Thomáz, Luciano, Lucinho, e logo toda a galera da gente.

NN - Como está o planejamento para este segundo semestre?

JC - Tenho duas viagens marcadas para a Europa. A primeira vai ser de 26 de julho a 26 de agosto, e a outra, de outubro a novembro, com um grupo de música folclórica. Na volta, lançarei o disco em Feira de Santana e em novembro pretendo fazer o lançamento aqui em Conquista. Daí, vou para São Paulo e Rio para continuar com a divulgação.

NN - Como você enxerga o atual cenário da música alternativa na Bahia?

JC - Eu enxergo de uma forma bonita por conhecer muitos trabalhos bons, ao mesmo tempo em que existe a falta de incentivo. Encaro como um movimento underground que tem muito a mostrar e muita gente boa aí, mas precisa muito de apoio.

Para conhecer o trabalho de Julio Caldas, acesse:

http://www.myspace.com/juliocaldas

http://juliocaldas.multiply.com


Novo 'Batman' bate recorde na venda de ingressos nos EUA
Três semanas antes da estréia, esgotaram-se os ingressos para as primeiras sessões. 'O cavaleiro das trevas' já vendeu oito vezes mais entradas do que 'Homem-Aranha 3'

[Atualização :: 18/07] A intensa expectativa gerada por "O cavaleiro das trevas" chega ao fim nesta sexta-feira (18) nos Estados Unidos, após uma estrondosa campanha publicitária e uma onda de elogios para o filme e para o Coringa de Heath Ledger -já considerado um potencial candidato ao Oscar.

A continuação de "Batman begins" (2005), dirigida por Christopher Nolan e protagonizada por Christian Bale nos papéis de Batman e Bruce Wayne, bateu recordes três semanas antes de sua chegada aos cinemas, já que esgotou todas as entradas colocadas à venda para as sessões da meia-noite desta sexta. Segundo o portal "slashfilm.com", no dia 27 de junho - a 21 dias da estréia oficial- "O cavaleiro das trevas" vendeu oito vezes mais entradas do que "Homem-Aranha 3", um dos filmes de maior arrecadação na história
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Tremendão: "Com vergonha da gonorréia, disse que remédio era para o Jorge Ben"
Essa é uma das histórias que Erasmo Carlos revela em livro sobre os bastidores da Jovem Guarda, que deve lançar em 2009

[Atualização :: 15/07] Na véspera do Dia Mundial do Rock, comemorado neste domingo, 13, EGO bate um papo com Erasmo Carlos. Aos 67 anos, pai de três filhos e avô de quatro netos, o Tremendão ainda é reverenciado pelos tempos do iêiêiê e, volta e meia, é regravado por bandas e artistas mais jovens.

Mas não é só isso: Erasmo não pára. Está compondo um CD inteiro de rock, que sai ainda este ano, e acaba de entregar à editora Objetiva os originais do livro no qual conta os bastidores da Jovem Guarda e do meio artístico. A obra, ainda sem título, deve chegar ao mercado em 2009. Nesta entrevista, ele antecipa algumas histórias, mas não fala sobre seu parceiro mais constante, o rei Roberto Carlos.

EGO: O que o motivou a escrever um livro?

Erasmo Carlos: Eu sempre tive esta vontade, pois todos os músicos quando se encontram contam seus casos, as histórias que acontecem na estrada. E eu, particularmente, sou muito observador, tenho a visão da vida com muito humor. Uma vez perguntei para o Fernando Sabino como fazia para escrever um livro. E ele, sábio, respondeu: 'comece'. Fui anotando as histórias...

E o que não deve faltar são histórias nestes 48 anos de carreira...

Erasmo: Ah é. Eu levei dois anos e meio para escrever tudo. É uma coisa nova na minha vida, mas muito gratificante. Terminei o livro há dois meses e agora ele está em fase de correção, estas coisas. Tem sido muito gratificante, quero continuar escrevendo.

Você pode contar uma das histórias do livro?

Erasmo: Em 1965, morei com Jorge Ben em São Paulo. E naquele tempo - eram outros tempos, ninguém ia a médico - era comum ter gonorréia (doença sexualmente transmissível).  Bom, eu peguei gonorréia e, com vergonha de dizer que o doente era eu, quando cheguei à farmácia disse que o remédio era para um amigo. E como o farmacêutico nos conhecia, deduziu que fosse para o Jorge Ben. O resumo da histórias é que toda vez que ele via o Jorge perguntava se ele estava bem, se tinha melhorado. O Jorge nunca entendeu bem e até hoje não sabe da história (risos).

E seu disco novo? Como será?

Erasmo: Será um disco todo de rock. Estou terminando as composições e devo entrar no estúdio daqui a um mês, para que o CD possa ser lançado no Natal. E, pela primeira

O rock mudou muito do início da sua carreira para cá. Qual foi a maior delas?

Erasmo: A perda da inocência, tanto nas letras quanto na harmonia. Apesar de os três acordes serem os mesmos, hoje quase não há melodia nas composições.

Você não gosta das bandas de rock atual?

Erasmo: Ah, não curto muito, não. Prefiro os antigos aos modernos. Chuck Berry, Jerry Lee Lewis, Elvis... Fico feliz de ter nascido na geração que eu nasci, de ter visto o rock nascer. Foi como se tivéssemos visto o sol pela primeira vez.


Miss Venezuela é eleita Miss Universo 2008
A venezuelana derrotou as finalistas de Colômbia, República Dominicana, Rússia e México

[Atualização :: 14/07] A Miss Venezuela, Dayana Mendoza, 22 anos, foi eleita Miss Universo 2008, nesta segunda-feira em Nha Trang, estação balneária do sul do Vietnã, anunciou o apresentador do concurso, eo norte-americano, Jerry Springer. "A Miss Universo 2008 é a Miss Venezuela, Dayana Mendoza", disse Springer. A representante venezuelana derrotou as finalistas de Colômbia, República Dominicana, Rússia e México e ficou com a coroa de ouro cravejada de diamantes.

Brasileira Natália Anderle fica fora da final

A Miss Brasil Natália Anderle não foi classificada entre as 15 finalistas do concurso de beleza Miss Universo 2008. O anúcio das finalistas foi feito na noite deste domingo pelos apresentadores Jerry Springer e a ex-Spice Girl Mel B, em Nha Trang, no Vietnã As misses selecionadas para a final foram as da Venezuela, Kosovo, México, Vietnã, África do Sul, Austrália, Japão, República Dominicana, Itália, Colômbia, Rússia, Hungria, República Tcheca, Estados Unidos e Espanha. O Brasil não ganha o Miss Universo há 40 anos. Na edição do ano passado, a Miss Brasil Natália Guimarães ficou colocada em segundo lugar, perdendo para a japonesa Riyo Mori.


Claudia Leitte recebe título e anuncia gravidez
Com a mão na barriga, a cantora afirmou: "Esperei 28 anos por esse título, mas o filho que está na minha barriga só terá que esperar sete meses para ser um legítimo baiano"

[Atualização :: 10/07] Ao entrar na Câmara Municipal para receber o título de Cidadã de Salvador, no início da noite desta quarta-feira, 9, a cantora Cláudia Leitte foi recebida por um grupo de 150 fãs que cantavam suas música em coro. O fato arrancou do vereador Paulo Câmara, que solicitou o título, a afirmação: "É a primeira vez que vejo tanta emoção nesta casa, e olhe que já participei de muitas solenidades com grandes artistas".

A homenagem também emocionou a cantora, que nasceu no Rio de Janeiro, chegou a Salvador com apenas cinco dias de vida e foi criada no bairro da Saúde, Centro Histórico. Foi também na capital baiana que a menina deu início à carreira musical e hoje é uma das estrelas mais queridas nacionalmente. "Só não nasci em Salvador, mas sou muito mais baiana do que muita gente que nasceu aqui", afirmou a artista cheia de orgulho. A baianidade de Claudinha, que acaba de lançar seu primeiro CD solo, se revela na musicalidade e na alegria que ela esbanja nos palcos.

A maior surpresa, no entanto, estava por ser anunciada. Com a mão na barriga, a cantora afirmou: "Esperei 28 anos por esse título, mas o filho que está na minha barriga só terá que esperar sete meses para ser um legítimo baiano". Aplausos e gritos tomaram conta da casa Cosme de Farias. Feliz da vida, Claudinha, que descobriu a gravidez nesta quarta-feira, disse estar triplamente feliz: com o filho, com o título e com seu aniversário. Ela completa 28 anos nesta quinta-feira, 10.


Novata, Débora Nascimento faz em ‘Hulk’ sua estréia no cinema
Participação em 'Paraíso tropical' chamou a atenção de produtora internacional. 'Nunca achei que conseguiria o papel. Quando soube da notícia foi a maior choradeira.'

[Atualização :: 14/06] “Estou apenas começando”, afirma, honesta, a atriz Débora Nascimento. A jovem atriz de 23 anos, revelada na novela “Paraíso tropical”, faz agora sua estréia no cinema -e já conseguiu o que muitos atores desejam a vida toda: estar em uma produção hollywoodiana.

Com apenas duas novelas no currículo, a bela morena conseguiu lugar entre os brasileiros escalados para participar de “O incrível Hulk”, filme com Edward Norton que teve cenas rodadas no Rio de Janeiro. A maioria, no entanto, trabalhou apenas como figurante. Débora não. Companheira de trabalho do personagem principal, ela é protegida por ele e o ajuda a escapar, quando o exército americano aparece para capturá-lo.

“Assisti ao filme pela primeira vez nesta semana e fiquei muito tensa até o momento em que apareci na tela. Depois relaxei”, conta. O balanço final? “Achei interessante. Claro que muitas coisas foram cortadas, porque é muito material. Mas gosto bastante de filmes desse tipo, de super-herói, como ‘Homem-Aranha’ e ‘Quarteto Fantástico’.”

Débora foi chamada para fazer um teste depois que a produtora do filme a viu em “Paraíso tropical”. “Tinha que fazer uma cena e, depois, houve uma entrevista em inglês. Pensei que seria incrível se eles achassem que eu pudesse fazer qualquer coisa naquele filme, mas nunca achei que conseguiria o papel. Quando soube da notícia foi a maior choradeira”, lembra.

Depois de “O incrível Hulk”, finalmente surgiu a oportunidade para que Débora entrasse em cena também no cinema nacional. Atualmente, ela está filmando “O inventor de sonhos”, dirigido por Ricardo Nauenberg. E já tem autoridade para comparar o trabalho hollywoodiano com o realizado por aqui.

“O filme se passa em 1808 e há uma grande preocupação com o tratamento de época, há comprometimento com o que estamos fazendo. Claro que a expectativa em trabalhar em uma produção internacional é maior, aquela conversa de sempre achar que o gramado do vizinho é mais verde que o nosso. Mas a verdade é que quando o diretor fala ‘ação’, eu me divirto da mesma forma.”


Flávio José fala sobre o show, antes de subir ao palco no primeiro dia do Arraiá da Capitá
O forrozeiro abre o show com uma música de sua autoria que, pode-se dizer, simboliza toda uma trajetória de 30 anos: Eu sou o forró

[Atualização :: 07/06] Representante do autêntico forró, o cantor, compositor e sanfoneiro Flávio José é um dos mais esperados nesta primeira noite do Arraiá da Capitá. O forrozeiro abre o show com uma música de sua autoria que, pode-se dizer, simboliza toda uma trajetória de 30 anos: Eu sou o forró.

Canções do seu mais recente CD, Dom Cristalino, como Pra Que Dividir (música de trabalho) e antigos sucessos, como Espumas ao Vento e Casa da Saudade, compõem o repertório do show. Numa noite em que as bandas Cavalo Doido, Magnífico e Calypso têm a missão de agitar um público que cai nas graças do ritmo dançante do forró eletrônico, Flávio José se destaca pelo forró genuíno herdado do Rei do baião, Luiz Gonzaga. “Acho que pelo cuidado que tenho com a qualidade do trabalho e minha fidelidade à autêntica música nordestina, acabo sendo um diferencial”, considera o sanfoneiro paraibano.

AGENDA - Depois de abrir os festejos do famoso São João de Campina Grande (30/5) e Caruaru (31/05), o artista se prepara para enfrentar uma maratona de shows por todo o Nordeste. A agenda é concorrida: Paramirim-BA (8/6), São José do Espinharas-PB (13/6), Feira de Santana e Alagoinhas (14/6) e Recife (15/6). De 20 a 24 de junho, serão 12 shows por cidades baianas como Amargosa e Cruz das Almas.

Após um breve descanso, o artista sobe ao palco no dia 27, em Feira de Santana, dia 28, em Aracaju e dia 29, no Pelourinho, em Salvador. No dia 11 de julho, Flávio José representa a música do Nordeste no Festrival de Montreux. "A gente fica imaginando como os gringos vão receber a nossa música", disse, em entrevista ao A Tarde On-Line. Para agüentar o pique de shows, o segredo é único: “Dormir bastante, não conversar de um show para outro e beber muita água”
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Atriz Sharon Stone é persona non grata no Festival de Cinema de Xangai
Em Cannes, ela sugeriu que o terremoto poderia ter sido conseqüência de um 'karma ruim'. As declarações da atriz causaram indignação e protestos na China

[Atualização :: 05/06] A atriz Sharon Stone não figura entre os convidados do próximo Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF) depois de suas recentes declarações sobre o terremoto que devastou a província chinesa de Sichuan e que causaram indignação na China. "Nossa postura é firme, Sharon Stone participou no ano passado no festival por intermédio de uma sociedade que estava promovendo. Na ocasião, era amistosa, mas estamos indgnados com o que disse em Cannes", declarou um porta-voz do Festival.

No recente Festival de Cannes, Sharon Stone sugeriu que o terremoto de 12 de maio na China, que causou a morte de mais de 69 mil pessoas, poderia ser conseqüência de um "karma ruim" ligado à política repressiva de Pequim no Tibete. "Ela deveria respeitar os sentimentos do povo chinês e mostrar compaixão por quem sofre por causa do terremoto. Por isso este ano não a convidamos", afirmou a fonte. As declarações da estrela causaram protestos na China e levaram a filial local da loja Christian Dior, marca da qual Sharon Stone é uma das embaixadoras publicitárias, a apresentar desculpas. A 11ª edição do Festival de Cinema de Xangai, um dos mais importantes da Ásia, será realizada de 14 a 22 de junho na metrópole do leste da China
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Preparativos do Arraiá estão a pleno vapor
O Arraiá da Capitá, que acontece nos dias 6 e 7 de junho, é um evento voltado para a valorização da cultura do São João

[Atualização :: 30/05] A uma semana da abertura da maior festa de forró da capital baiana, a movimentação dos 200 operários que trabalham na montagem das estruturas no Parque de Exposições está em ritmo acelerado. O Arraiá da Capitá, que acontece nos dias 6 e 7 de junho, é um evento voltado para a valorização da cultura do São João. Nesta 16ª edição, a festa volta-se ainda mais para as manifestações culturais no interior do Estado.

A expectativa é de oferecer diversão com conforto às cerca de 40 mil pessoas que devem circular pelo espaço em cada noite. Com preços populares (R$ 10 para a pista e R$ 40 para o camarote), os ingressos são encontrados nas lojas do Pida, Ticketmix e Central do Carnaval, além do portal A TARDE On Line. O projeto, elaborado pelo Grupo A TARDE e comercializado pela Moura Marketing, tem neste ano a missão de transformar Salvador em porta de entrada das festas juninas da Bahia e do Nordeste. Com apoio institucional do governo do Estado, a expectativa é que mais de 50 prefeituras do interior montem estandes na festa. Cada uma delas terá espaço para apresentar suas manifestações culturais, folclóricas e gastronômicas, além de mostrar suas principais atrações turísticas.

Tudo isso numa cidade cenográfica que ocupa uma área de 20 mil metros quadrados, sendo dois mil destinados à Vila de Municípios. Além das 200 pessoas que trabalham na montagem da estrutura, o evento gera cerca de 600 empregos temporários, distribuídos entre os 50 pontos comerciais dentro da festa e com a venda de produtos na parte externa do parque.

Para Hélide Borges, gerente de marketing, o potencial das festas juninas da Bahia não é um fenômeno recente, mas nunca foi capitalizado por governos ou pela iniciativa privada. “A festa leva para o interior artistas e público da capital, mas nunca foi integralmente apresentada em todas as suas peculiaridades”, explica. Este é o objetivo do Arraiá da Capitá deste ano, que mostrará a multiplicidade dos festejos em cada canto do Estado. As prefeituras que desejarem se integrar ao evento devem contatar o marketing de A TARDE pelo (71) 3340-8780.


Novo ‘Indiana Jones’ mata as saudades dos fãs
Filme estréia nesta quinta (22) nos cinemas, mantendo o espírito dos anteriores. Projeto coordenado por George Lucas e Spielberg levou anos para sair do papel

[Atualização :: 22/05] Muito provavelmente um dos filmes mais aguardados do ano, “Indiana Jones e o reino da caveira de cristal” chega aos cinemas nesta quinta-feira (22) para matar as saudades do mais ardorosos fãs da série, que desde 1989 estavam órfãos do arqueólogo-galã-aventureiro vivido por Harrison Ford. O projeto levou muitos anos para se concretizar. A primeira versão do roteiro, escrita por Frank Darabont (indicado a três vezes ao Oscar e responsável pelo texto da série televisiva “As aventuras do jovem Indiana Jones”), ficou pronta em 2003, mas já no ano seguinte a produção foi engaveta, por desavenças entre Darabont e George Lucas –produtor do longa, que acabou assumindo o roteiro.

A adesão de Steven Spielberg ao projeto também não foi das mais simples. No Festival de Cinema de Cannes, onde aconteceu a estréia mundial de “Indiana Jones e o reino da caveira de cristal” nesta semana, o diretor lembrou que “foi o mais reticente” quanto a reviver a franquia. “Tive de ser convencido”, revelou. “Tanta gente vinha nos pedir para fazer mais um. Isso só acontece com ‘Indiana’ e ‘ET’. Ninguém vem me pedir para fazer mais um ‘Inteligência artificial’, por exemplo”, brincou Spielberg. Tanta comoção justifica as enormes expectativas com relação ao lançamento do filme. No Brasil, ele sairá com nada menos que 500 cópias, e já há comentários sobre a espera de liderança nas bilheterias do mundo todo –potencializada pelo lançamento em pleno feriado.

Bom e velho

Indy Um dos maiores receios em fazer um quarto filme de Indiana Jones tinha a ver com a idade de Harrison Ford, que aos 65 anos não teria o mesmo desprendimento e desenvoltura para encarar todas as cenas de ação protagonizadas pelo personagem. De fato, para viver um arqueólogo aventureiro, o ator está “tiozinho”, mas o roteiro trouxe uma boa saída para o que poderia ser um problema: humor. Logo na primeira seqüência de “Indiana Jones e o reino da caveira de cristal”, Indy está em uma encrenca com seu amigo Mac (Ray Winstone), e os dois dialogam sobre a possibilidade de escaparem com vida do tal episódio.

Nosso herói, descrente da própria força, se lembra que envelheceu e que já não é mais o mesmo que há 20 anos. De fato não é. Mas isso não impede que o filme seja divertido e eficiente no quesito recuperar o que de mais bacana marcou a década de 80. Claro que não se pode, mais de 20 anos depois, encarar Indiana Jones com os mesmos olhos de antes. Ou pelo menos não se deve. Seqüências históricas, como a pedra gigante da qual Indy fugiu em “Os caçadores da arca perdida” (1981), hoje se tornam simplórias diante das inúmeras possibilidades de efeitos especiais em computação gráfica.

Mas Spielberg e Lucas decidiram manter o espírito da trilogia inicial e, com isso em mente, evitaram ao máximo colocar seu elenco em frente a telas verdes que mais tarde são preenchidas, via computador, com cenários mirabolantes. “O reino da caveira de Cristal” se passa no fim dos anos 50, em plena Guerra Fria. Na caça desenfreada aos comunistas, o governo passa a desconfiar de Indy, que é obrigado a tirar licença da universidade na qual leciona. Decidido a viajar, o arqueólogo é encontrado por Mutt (Shia LaBeouf), um jovem rebelde que precisa de sua ajuda para tirar um grande amigo em comum de uma enrascada.

O filme se desenrola com referências aos longas anteriores, sempre dando destaque para as marcas registradas do personagem (como o medo de cobras), e trazendo de volta personagens que marcaram a trajetória do herói, como Marion Ravenwood (Karen Allen), seu par romântico no primeiro filme da saga, nunca esquecida. Nesta quarta aventura, Indy embarca para a Amazônia, em busca de uma caveira de cristal e de uma cidade mitológica, construída por seres sobrenaturais, que ficaria no coração da selva. Falou em Amazônia, despertou automaticamente no público brasileiro –acostumado a ver as reproduções mais bizarras de seu país, de seu povo, de sua cultura e de seu idioma- o olhar atento e a cobrança por alguma verossimilhança. Respire fundo, abstraia e perdoe o Dr. Jones nesse quesito.


História da educação em Conquista é tema de exposições no Museu Padre Palmeira
por Caíque Santos, do Núcleo de Notícias

[Atualização :: 16/05] No ano passado o museu pedagógico da UESB teve um projeto aprovado no Programa de Apoio à Cultura: Extensão Universitária, da Petrobrás. O projeto “Museu Pedagógico: Educação e Ciências no centro-sul da Bahia” visa contar um pouco da história da educação em Conquista. “Quando pensamos em contar essa história queríamos sair da lógica de que a educação começou com a chegada do primeiro português. A gente quis mostrar que já havia uma série de saberes, de informações com a presença indígena na região”, explica o professor Washington Santos, coordenador do projeto.

Um dos objetivos do projeto é fazer com que as pessoas freqüentem os museus, “as pessoas tem a idéia de museu como sendo um espaço de guardar coisas antigas e esta exposição está associada a tecnologia, vamos mostrar filmes, documentários, para que as pessoas vejam que é possível associar elementos tradicionais com o elementos do mundo moderno” diz Washington

A primeira etapa das exposições vai de maio até agosto com debates, oficinas, palestras e exibição de vídeos. Serão três eixos-temáticos: “Educação e saberes indígenas: suas ressignificações”; “A educação escolar no século XX”; e “O que se aprende com o cinema”.

A abertura oficial será nesta sexta (16) às 17h00 com a palestra “A presença indígena no planalto de Conquista” com Ruy Hermann Medeiros. De segunda a sexta de 9 ao meio-dia e 14 ás 17 horas haverá visitas dirigidas e exibição de filmes infantis. A entrada é franca.


Instalação fotográfica homenageia Jorge Amado e universo afro-descendente baiano

A relação de Patricia e Jorge Amado pode ser conferida na instalação, já que as fotos são acompanhadas de textos do escritor baiano, que escolheu pessoalmente, em 1991

[Atualização :: 12/05] A relação de 25 anos da italiana Patrizia Giancotti com a Bahia, especialmente as festas populares, os ritos de candomblé e a obra de Jorge Amado, resultou na instalação fotográfica "A Alma da Bahia", que tem sua abertura para convidados nesta segunda, 12, às 19h no subsolo do casarão do Museu de Arte Moderna (MAM) na Av. Contorno, e fica aberta para visitação do público até o dia 08 de junho, com entrada gratuita, das 9 às 19h.

Patrizia começou a vir para a Bahia nos anos 80, quando conheceu o escritor Jorge Amada e Zélia Gattai. Através do casal, a fotógrafa e antropóloga começou a ter contato com personalidades locais como Pierre Verger, Dorival Caymmi, Mário Cravo e Caetano Veloso, além de se aproximar de temas do universo afro-descendente baiano, que são apresentadas nas 100 fotos da instalação, fruto dos 25 anos de sua pesquisa.

Essa relação de Patricia e Jorge Amado pode ser conferida na instalação, já que as fotos são acompanhadas de textos do escritor baiano, que escolheu pessoalmente, em 1991, o que acompanharia cada imagem.

Serviço:

O quê: Instalação Fotográfica A Alma da Bahia, com 100 fotos da italiana Patrizia Giancotti.

Onde: Subsolo do Casarão do Museu de Arte Moderna (MAM), na Avenida Contorno s/nº.

Quando: de 13 de maio a 08 de junho, das 9 às 19h.

Valor: Entrada franca.

Informações: www.mam.ba.gov.br - 31166141/6139.


Gaúcha recebe coroa de Miss Brasil da mineira Natália Guimarães

Natália Anderle, de 22 anos, ganhou o título de mulher mais bonita do país. Ela é formada em cosmetologia e diz que isso a ajudou a manter cuidados com aparência

[Atualização :: 14/04] A Miss Rio Grande do Sul, Natália Anderle, de 22 anos, foi eleita a mulher mais bonita do Brasil na noite de domingo (12). Ela recebeu a coroa da Miss Brasil 2007, Natália Guimarães, no evento realizado em São Paulo. A gaúcha é formada em cosmetologia e estética e garante que a experiência na área da beleza a ajudou a manter os cuidados com a aparência. Ela leva para casa o prêmio de R$ 200 mil, além de um automóvel zero quilômetro, uma jóia de ouro e um relógio de porcelana com brilhantes. Em julho, Natália representará o Brasil no concurso Miss Universo, que acontecerá no Vietnã. Ela é a décima Miss Rio Grande do Sul da história do Miss Brasil a ganhar a disputa - estado é o maior vencedor.

Concurso - O Miss Brasil 2008 foi apresentado por Nayla Micherif, Miss Brasil 97, e contou com apresentações dos músicos Jorge Ben e Gabriel, O Pensador, entre outros. As 27 concorrentes desfilaram com diferentes trajes, e foram avaliadas pelos jurados. A novidade para este ano foi o desfile com o cocktail dress, um vestido elegante, geralmente de material sofisticado, cujo comprimento pode variar de pouco acima dos joelhos até a altura dos tornozelos. Elas ainda se apresentaram com o traje típico, que simboliza o estado que cada uma delas representa, de biquíni, traje casual e traje de gala. Inicialmente, foram escolhidas 14 semifinalistas - a 15ª foi eleita pelo público por meio do site Miss Brasil Oficial. Outras candidatas foram eliminadas nas etapas seguintes e responderam a perguntas dos jurados, até que cinco delas foram selecionadas para a final, representando os seguintes estados: Ceará, Goiás, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo.

Assista o anúncio da vencedora:

Coreografia - A cerimônia lembrou as atividades das candidatas na última semana, como a visita ao Museu do Ipiranga, em São Paulo, e os ensaios das coreografias. Nos últimos dias antes da final, elas também participaram de palestras sobre auto-estima, especialmente para prepará-las para a possível derrota. Todas as coreografias apresentadas pelas misses durante a final foram criadas por Scott Grossman, coreógrafo do Miss Estados Unidos e Miss Universo, que pela segunda vez veio ao Brasil para ensaiar as candidatas.


Guitarrista do Mutantes Sérgio Dias lista cinco álbuns essenciaiss

Beatles e Peter Gabriel estão entre os preferidos dele. Músico está preparando primeiro disco de inéditas em 30 anos

[Atualização :: 12/04] Mergulhado no processo de finalização do primeiro álbum de inéditas do Mutantes em mais de 30 anos, o guitarrista Sérgio Dias diz que não tem ouvido outra coisa a não ser as músicas de sua própria banda, formada por Dinho Leme (bateria), Simone Soul (percussão), Henrique Peters (teclados, flauta doce e vocais), Vitor Trida (teclados, flautas, viola, cello e vocal), Vinícius Junqueira (baixo) e o casal Fábio Recco e Bia Mendes (vocais).

O primeiro show do grupo depois da saída de Zélia Duncan e Arnaldo Baptista será na Virada Cultural, em São Paulo, no fim de semana dos dias 26 e 27 de abril. Em conversa com o G1 por telefone, o músico listou cinco álbuns que em sua opinião são essenciais. “É claro que vou acabar esquecendo algum, mas vou tentar sintetizar”, comentou. Fã da música “Shock the monkey”, de Peter Gabriel, Dias cita o álbum “Security”, de 1982, como um dos mais importantes. Entre suas influências está o organista Jimmy Smith. Já Russell Garcia foi escolhido por ser “um grande orquestrador”. “Ele foi o primeiro cara a usar aparelhos eletrônicos e não sintetizadores, que não existiam em 1959” - ano de lançamento do álbum “Fantastica".

Confira:

1- “Revolver” - Beatles

2- “Court and spark” – Joni Mitchell

3- “Security” - Peter Gabriel

4- “Fantastica” – Russell Garcia

5- “Bashin’: The unpredictable Jimmy Smith” - Jimmy Smith


Novo 'Indiana Jones' vai estrear em Cannes

Informação é do ator John Hurt, que está na produção. Festival francês acontece de 14 a 25 de maio

[Atualização :: 08/04] O novo longa-metragem da série "Indiana Jones" será lançado no Festival de Cannes, que acontece de 14 a 25 de maio. A informação foi divulgada pelo ator John Hurt, que faz parte da produção do quarto filme de "Indiana Jones". Hurt, que interpreta Abner Ravenwood na trama, não revelou outros detalhes sobre "Indiana Jones e o reino da caveira de cristal", que deve chegar aos cinemas americanos em 22 de maio.

A programação do Festival de Cannes só será divulgada oficialmente no fim de abril. "Indiana Jones 4" traz Harrison Ford, aos 65 anos, de volta ao papel do arqueólogo aventureiro. O elenco também traz a australiana Cate Blanchett e o americano Shia LaBeouf, que interpreta o filho de Indiana Jones. Dirigido por Steven Spielberg, o filme mais recente da série, "Indiana Jones e a última cruzada", foi lançado há quase 18 anos.


Documentário sobre o baiano Waly Salomão é o principal vencedor do festival “É Tudo Verdade”

Waly, natural de Jequié, foi poeta, produtor cultural e diretor artístico. Ele se tornou mais conhecido através de seu trabalho como letrista de diversos artistas, especialmente da turma baiana ligada à Tropicália

[Atualização :: 07/04] Os vencedores nacionais da 13ª edição do Festival É Tudo Verdade, maior evento dedicado aos documentários na América Latina, celebraram trabalhos de revalorização dos artistas ligados a arte, especialmente a música.

Na premiação, ocorrida na noite de sábado 05, no Cinesesc em São Paulo, o principal vencedor foi o documentário “Pan Cinema Permanente”, trabalho de mais de 15 anos de dedicação de Carlos Nader sobre o baiano Waly Salomão, morto em 2003.

Waly, natural de Jequié, foi poeta, produtor cultural e diretor artístico. Ele se tornou mais conhecido através de seu trabalho como letrista de diversos artistas, especialmente da turma baiana ligada à Tropicália, como Caetano Veloso, Maria Bethânia e Gal Costa (intérprete de um dos seus maiores sucessos, Vapor Barato, com Jards Macalé).

O diretor Nader, durante a entrega do prêmio de R$ 100 mil (maior valor distribuído em festivais de cinema no Brasil), disse que seu documentário é como “a relação de deslumbre entre um cineasta nerd e um artista o qual idolatro”. Nader acompanhou Waly em diversos momentos de sua vida nos últimos 15 anos, desde viagens internacionais como a ida do poeta à Síria, terra de seu pai, até imagens de Waly declamando um dos seus poemas na praia do Porto da Barra.

Outro baiano lembrado na premiação foi Cláudio Manoel, mais conhecido como um dos humoristas do programa da Rede Globo Casseta & Planeta, que é um dos três diretores do documentário “Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Eu Dei”, sobre o cantor Wilson Simonal. Ídolo nacional na virada dos anos 60 e 70,

Simonal caiu no ostracismo devido a um suposto envolvimento com a ditadura e morreu quase em total desconhecimento, em 2000. O documentário de Cláudio ganhou uma menção honrosa do júri, composto na competição nacional pelo cineasta Renato Barbieri, pela montadora Vânia Debs e pela historiadora Beatriz Kushnir.

O Júri nacional ainda premiou como melhor curta-metragem “Remo Usai – Um Músico Para o Cinema”, sobre o compositor de diversas trilhas de filmes importantes do cinema nacional como “O Assalto ao Trem Pagador”, de 1962.

Na competição internacional, os vencedores foram os documentários “Cosmonauta Polyakov”, de Dana Ranga, sobre o astronauta russo que tem o recorde de permanência no espaço, na categoria longa; e, “Apenas um Odor”, do libanês Maher Abi Samra, que mostra o trabalho de voluntários nos escombros de um bombardeio em Beirute, para retirar os corpos dos mortos antes que o cheiro deles contaminasse os possíveis sobreviventes.

Em 2008, o É Tudo Verdade exibiu 137 produções, entre longas e curtas, no Rio de Janeiro e em São Paulo, registrando um aumento de 10% de público em São Paulo e 30% no Rio. A próxima edição do festival já tem data marcada para seu início: 25 de março de 2009.


Ian McKellen espera reviver Gandalf em ‘O hobbit’

Ator confirmou ter recebido convite de Peter Jackson. Previsão de estréia do longa-metragem é em 2010

[Atualização :: 29/03] O ator Ian McKellen, que interpretou Gandalf na trilogia “O senhor dos anéis”, está esperando reprisar seu papel em outra história da Terra Média. Um fã perguntou ao ator, em seu site oficial, se ele voltaria a viver Gandalf no filme “O hobbit”. “Sim, eu vou. Se Peter Jackson e eu temos algo a ver com isso, ele como produtor e eu como um ator de muita sorte”, afirmou McKellen na última quarta-feira (26). O filme, adaptação da obra de J.R.R. Tolkien, assim como “O senhor dos anéis”, está sendo produzido por Jackson (que dirigiu a trilogia) e deve ser dirigido por Guillermo del Toro (de “O labirinto do fauno”).

Jackson fechou um acordo com a New Line Cinema no ano passado para fazer dois filmes baseados nos livro “O hobbit”, que precede a trilogia “O senhor dos anéis”. No site de Mckellen, outro fã questionou se o ator já havia sido oficialmente convidado para o papel. Ao que o ator respondeu: “Felizmente, Peter e [o sócio dele] Fran Walsh me disseram que não poderiam imaginar ‘O hobbit’ sem o Gandalf original”. A previsão de lançamento de “O hobbit” é em 2010. O segundo filme da série deve chegar aos cinemas um ano depois.


Morte de Heath Ledger pode favorecer lançamento do novo Batman

Especialista fala sobre como o falecimento do ator deve atrair público para 'The dark knight'. Distribuidora continua o trabalho de marketing; estréia nos cinemas deve ser em julho

[Atualização :: 28/03] A reivenção desvairada que Heath Ledger fez do Coringa no ainda inédito “The dark knight” chamou a atenção de fãs no mundo todo. Sua espantosa cara de palhaço foi vista na internet por milhões de pessoas e ficou marcada como a imagem da campanha de marketing antecipada do filme. Tudo isso enquanto Ledger ainda estava vivo. Após sua morte, em janeiro, o papel do vilão tem sido aguardado como um dos últimos trabalhos do ator. E “The dark knight” aparece como um dos filmes póstumos mais aguardados da história de Hollywood.

Grandes estrelas, incluindo James Dean, Clark Gable, Carole Lombard, Spencer Tracy e Will Rogers tiveram grande produções lançadas após suas mortes. O falecimento de outros atores conhecidos, como Bruce Lee e seu filho Brandon, criou uma sinistra fascinação que intensificou o interesse por seus últimos filmes.

Até agora, no entanto, nenhuma dessas produções tinha a magnitude de uma franquia dos quadrinhos com renomados 69 anos de existência. E além do mais, antigamente os filmes não chegavam aos cinemas com tanta publicidade como hoje. E certamente nenhum deles trazia um personagem tão cheio de delírios e perturbações como o Coringa de Legder, um dos maiores vilões de Hollywood. “Foi chocante, pesado. Era meio que fantástico, caótico olhar para ele fazendo esse personagem que não tinha absolutamente nenhuma regra. O que eu vi Heath fazer não era como nenhum outro Coringa que eu já vi antes”, afirma Christian Bale, que atua em “The dark knight” como Bruce Wayne e Batman.

18 de julho

Seqüência de “Batman begins” (2005), “The dark knight” já era um dos filmes mais aguardados desta temporada. Com previsão de estréia nos Estados Unidos (e provavelmente no mundo todo) em 18 de julho, o fenômeno só tem crescido desde a morte de Ledger, por overdose acidental de drogas prescritas. “Mais pessoas irão ver o filme por conta da morte dele”, diz Bill Ramey, fundador do site Batman-on-Film.com. “Não há dúvidas de que algumas pessoas estarão apreensivas em ver o filme, porque pode haver um fator mórbido nisso tudo. Mas aposto que a maioria das pessoas hoje vê o filme como um tributo a Ledger, e a maior homenagem que você pode fazer a alguém é ir ver seu filme a apreciar sua performance."

Assista o trailer:


Capa de revista com Gisele Bündchen causa polêmica nos EUA

Imagem com o jogador LeBron James faz alusões depreciativas aos negros, dizem críticos. "Vogue" afirmou que intenção era colocar “dois astros no melhor de suas formas”

[Atualização :: 27/03] Seria apenas mais uma das centenas capas de revista com Gisele Bündchen como estrela. Na imagem, clicada pela conceituada fotógrafa Annie Leibovitz para a revista “Vogue”, a brasileira aparece em um vestido de gala junto ao jogador da NBA LeBron James (que, em contraste com Gisele, está de uniforme e com uma bola